O seu carrinho de compras

O seu carrinho de compras está vazio

Como funciona o GPS?

TomTom Education

GPS

Como funciona o GPS?

O GPS (Sistema de Posicionamento Global) é composto por 24 satélites artificiais que orbitam em torno da Terra a uma distância de 12.600 milhas/ 20.300 quilómetros, transmitindo sinais de rádio. O padrão da sua órbita é 'coreografado' para que qualquer receptor de GPS à superfície da Terra esteja sempre 'visível' (e, consequentemente a receber sinais) em, pelo menos, quatro satélites.

Através das leituras desses 4 satélites, o seu GPS consegue determinar a sua localização através da ‘Trilateração’. A ideia é basicamente a mesma da triangulação, mas sem utilizar ângulos.

Explicar a trilateração de espaços 3-D é um pouco difícil; por isso, vamos começar com a trilateração 2-D.


Trilateração 2-D
Imagine que está completamente perdido. Acorda num quarto de hotel estranho uma manhã, sem fazer a mínima ideia de onde está. Desce as escadas e pergunta ao recepcionista do hotel: "Onde é que estou?"

“Não posso dizer", responde ele, “mas digo-lhe que está a 593 milhas/ 955 quilómetros de Copenhaga.”

Agora sabe que está algures num círculo à volta de Copenhaga com um raio de 593 milhas/ 955 quilómetros.

Vai dar uma volta pela cidade e, quando pára para beber um café, pergunta à empregada onde está. A “ 375 milhas/ 604 quilómetros de Paris" responde ela e vai-se embora.

Repara depois nos guardanapos das mesas. Num golpe de sorte, são perfeitos mapas detalhados da Europa! Pega num, tira o seu compasso e régua e desenha dois círculos. Por isso:

Sabe que deve estar num dos dois pontos onde os círculos se cruzam, os únicos dois pontos tanto a 593 milhas/ 955 quilómetros de Copenhaga como a 375 milhas/ 604 quilómetros de Paris.

Volta para a rua e é abordado por um homem. Ele diz-lhe que está a 317 milhas/ 510 quilómetros de Praga. Pega no seu guardanapo e no compasso e desenha mais um círculo.

Agora sabe exactamente onde está: Frankfurt!


Trilateração 3-D
A trilateração 3-D é basicamente a mesma ideia que a trilateração 2-D. Só precisa de imaginar o exemplo 2-D acima indicado, mas com três esferas em vez de três círculos.

Suponhamos que sabe que está a 10 milhas/quilómetros do satélite A. Isso significa que pode estar algures à superfície de uma esfera enorme e imaginária com um raio de 10 milhas/ quilómetros.

Mas se também souber que está a 15 milhas/ quilómetros do satélite B, pode sobrepor a segunda esfera, de 15 milhas/quilómetros de raio, à primeira.

As suas esferas vão intersectar-se num círculo perfeito a 2-D.

E se também souber que está a 8 milhas/ quilómetros de um terceiro satélite, quando fizer a terceira esfera, vai descobrir que esta se intersecciona com o círculo em dois pontos (tal como o diagrama de dois círculos no exemplo 2-D).

Mas também tem uma quarta esfera: a própria Terra. Apenas um dos dois pontos de intersecção que identificou ficarão realmente na superfície da Terra. Por isso, presumindo que está agora a flutuar algures no espaço, sabe exactamente onde está.

No entanto, os receptores de GPS costumam usar pelo menos 4 satélites para uma maior precisão.

<<  >>


Instale o Flash Player para apreciar melhor o website TomTom.com

Tem de ter o Flash instalado no seu navegador da internet.

Obtenha o Adobe Flash Player