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Como funciona o GPS?

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GPS

A história do GPS

Como tudo começou
Em 1957, a antiga URSS lançou o primeiro satélite artificial: o Sputnik 1. Os cientistas aperceberam-se rapidamente de que, usando o Efeito Doppler era possível calcular a órbita de um satélite. Depois, descobriram que, invertendo-a, era possível usar satélites para calcular a posição de um receptor na Terra.

A base do GPS moderno foi criada durante o início dos anos 60 pelo exército norte-americano. A Marinha, a Força Aérea e o Exército apresentaram as suas ideias e conceitos e, em 1973, o governo dos EUA aprovou um projecto que incorporava elementos de cada uma das propostas. Esse projecto deu origem ao NAVSTAR.

O primeiro satélite do novo NAVSTAR GPS foi lançado em 1974 e, entre 1978 e 1985, foram lançados outros 11 para propósitos de teste. A constelação completa de 24 satélites, que permite hoje ao seu sistema de navegação ter uma cobertura de GPS em todo o mundo, ficou terminada em 1993.


GPS para toda a gente
Inicialmente, o GPS era apenas para propósitos militares, mas, entretanto, deu-se uma tragédia. No dia 1 de Setembro de 1983, o voo KAL007 das Korean Airlines de Anchorage para Seul desviou-se da rota, invadindo o espaço aéreo da URSS, e foi abatido por um caça Su-15 soviético. Os 269 passageiros e tripulação morreram.

Duas semanas mais tarde, Ronald Reagan, o presidente norte-americano, propôs que o GPS fosse disponibilizado para utilização civil para evitar erros de navegação que pudessem originar catástrofes como essa. Embora não tenha sido a única razão, o acidente da Korean Airlines foi certamente uma grande cataclismo no sentido do acesso civil ao GPS.


Disponibilidade Selectiva (SA)
Tendo gasto cerca de 12 mil milhões de dólares no sistema de navegação mais preciso do mundo, o governo dos EUA incluiu posteriormente uma função chamada Disponibilidade Selectiva (SA) no NAVSTAR que limitava a sua precisão para utilizadores civis, de forma a assegurar que nenhum inimigo ou grupo terrorista podia usar o GPS para fazer armas de precisão.

Funcionava através da introdução de erros deliberados na transmissão de dados de cada satélite. Os utilizadores militares conseguiam aceder à totalidade do sistema descodificando uma segunda frequência segura que era transmitida simultaneamente.

Posteriormente, durante a Guerra do Golfo, o exército militar norte-americano precisou de muitos mais receptores de GPS do que aqueles que possuía. O problema foi resolvido através da utilização de receptores civis de GPS. Mas, para aumentar a precisão desses equipamentos, a função SA teve de ser temporariamente desligada. Em 2000, Clinton, o presidente norte-americano, anunciou que seria desligada completamente, porque as 'estimativas de ameaça' do governo dos EUA concluíram que a remoção da SA teria um impacto mínimo na segurança nacional. Contudo, no mesmo discurso, o presidente disse que os EUA continuariam a ser capazes de "negar selectivamente" sinais de GPS, em termos regionais, quando a segurança nacional fosse ameaçada.

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