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Como funciona o GPS?

TomTom Education

Mapas Digitais

Como funcionam os mapas digitais?

Manter os mapas digitais actualizados
Há três formas principais de recolher os dados para desenvolver e actualizar os mapas digitais:

1. Trabalho de campo. Os colectores de dados que viajam pelas redes de estradas de todo o mundo, registando alterações e discrepâncias.
2. Análise das imagens aéreas e de satélite.
3. Feedback dos clientes. Na TomTom, por exemplo, qualquer feedback dos clientes sobre os mapas através do website é transmitido à TeleAtlas, que analisa caso a caso, e, quando necessário, envia inspectores para verificar realmente os locais.

O mapeamento digital é um processo que consome tempo e que é difícil de fazer em termos logísticos. Por isso, uma empresa como a TeleAtlas está constantemente a desenvolver novas tecnologias e práticas para aumentar a abrangência e velocidade a que os seus mapas são actualizados.

Trabalho de campo. A TeleAtlas também desenvolveu sistemas de mapeamento móveis.


Sistemas de mapeamento móveis – um pouco como o James Bond
As carrinhas de mapeamento móvel estão equipadas com seis câmaras digitais de alta-resolução, das quais pelo menos duas funcionam estereoscopicamente. Isso significa que duas câmaras estão espaçadas, para que as suas imagens combinadas forneçam informação 3-D.

As carrinhas também contêm um receptor de GPS diferencial, um giroscópio de fibra óptica, conta-quilómetros e 4 computadores equipados com programas para processar dados a bordo.

Isso significa que a TeleAtlas pode criar uma biblioteca de informação e, ainda mais importante, que os seus mapas TomTom estão actualizados de forma a reflectir as mudanças do mundo real o mais depressa possível após a sua ocorrência.

Um indicador disso é o facto de mais de metade do feedback sobre discrepâncias em mapas que a TomTom recebe actualmente de clientes já terem sido resolvidas antes da reclamação ser feita.


Mais mapas para o seu megabyte
Mas os princípios básicos do mapeamento nunca mudaram realmente. Quer utilizassem desenhos ou conchas do mar, os antigos cartógrafos inseriam informação sobre o mundo real de forma eficaz em algo milhares de vezes mais pequeno do que o mundo em si. A diferença é a escala.

O que torna viável o mapeamento digital é a eficiência através da qual os dados são comprimidos. Hoje em dia temos tendência em ficar muito indiferentes em relação aos avanços tecnológicos, mas se pararmos para pensar um minuto, é extraordinário o facto de podermos ter todas as estradas da Europa contidas num cartão do tamanho da unha do seu polegar.


O futuro do mapeamento diagital
Há provavelmente duas áreas principais onde estão a ser feitos avanços que são importantes para facilitar ainda mais a deslocação do ponto A para o ponto B.

A primeira é na qualidade dos próprios mapas. A visualização melhorada deve melhorar a sua experiência de condução. Áreas como 3D, modelos de elevação e marcos divisórios, têm um enorme potencial.

A outra área é uma tecnologia chamada 'actualização de incrementação'. Basicamente, isto significa que apenas lhe é entregue a parte da base de dados que é acrescentada, apagada ou modificada; o que pode ajudar bastante na batalha constante para reduzir o espaço de tempo entre a ocorrência das mudanças nas estradas e as mudanças que aparecem no seu mapa.

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